Ao querido festeiro, me proso em saudações.
Como passas rápido, feito coisa boa. Como voas livre!
Pois parte antes de terminar.
E deixa adiante a sombra de suas pressas.
És um adolescente, repetido.
Não se cansa?
Falece ainda jovem e juras com os pés juntos que se entrega
puro.
Pois não é tua carne que se rasga de desejo e decompõe em
samba?
Compõe minha dor em teus acordes frágeis,
Uma vez que prometeu serem imperecíveis teus dias de
felicidade marcada.
Mês segundo, intercedo pelo sentido da vida, mesmo que
semelhante a ti, ela seja breve.
E é verdade, os poetas consentem. Amor é sentido.
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